Tendências #OIL&GAS 2: Oferta Permanente e a retomada do onshore brasileiro

05 de Fev

Acompanhe ao final as áreas em oferta e em estudo para a Oferta Permanente.

A agenda da Agência Nacional do Petróleo (ANP) conta com três rodadas de licitações para 2020. A expectativa é que os leilões ocorram no segundo semestre e que conte com, aproximadamente, 870 blocos exploratórios.

Apenas na Oferta Permanente, estão aprovados 567 blocos exploratórios em 12 bacias sedimentares do Brasil. Com relação à localização, serão 70 blocos na parte offshore em 5 bacias sedimentares (Ceará, Sergipe, Alagoas, Santos, Campos e Potigar) e 497 blocos na parte onshore em 7 bacias sedimentares (Parnaíba, Paraná, Recôncavo, Sergipe, Alagoas, Tucano, Espírito Santo e Potigar).

OUTRAS ÁREAS...

Além destes, constam em estudo pela ANP 990 blocos e 173 blocos em processo de consulta pública, ambos já autorizados pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE).

MUDANÇA REGULATÓRIA

Recentemente, a ANP divulgou que todas as áreas terrestres serão ofertadas no formato da Oferta Permanente, incluindo as novas áreas. Essa mudança pode alavancar a produção do onshore brasileiro, principalmente nos estados do Espírito Santo, Sergipe, Bahia e Rio Grande do Norte. No anuário há um destaque para as reservas de petróleo desses estados.

FALANDO EM ESPÍRITO SANTO...

No Espírito Santo, as oportunidades são localizadas nos setores SES-T4 e SES-T6, ambos no norte do estado. O Anuário da Indústria do Petróleo no Espírito Santo, a ser lançado em Março, analisa de forma detalhada essas áreas.

TENDÊNCIA

A Oferta Permanente e o plano de desinvestimento da Petrobras nas áreas maduras terrestres são considerados um grande movimento do setor de #oil&gas para impulsionar a participação da produção onshore, em especial para empresas de menor porte e, assim diversificar os atores envolvidos e movimentar a cadeia de fornecedores.